Rir é o melhor
O Joãozinho (cont.)
Como trabalho de casa a professora pede para os alunos fazerem uma rima.
No dia seguinte...
- Diga a sua rima, Joãozinho?
- Lá vem o canguru com uma flor no cu.
Indignada, a professora manda-o refazer a rima. No fim da aula...
- Joãozinho, diga novamente a sua rima.
- Lá vem o canguru com uma flor na bochecha, porque no cu a professora não deixa.
A professora pergunta ao Joãozinho: - Quantos tomates pode o mesmo tomateiro dar?
- Não sei, professora...
E com ironia ela diz: - Hoje apanhei-te, espertinho!
Então o Joãozinho também faz uma pergunta: - Professora, quantas tetas tem uma porca?
- Não sei, Joãozinho...
- Está a ver, a senhora apanhou-me pelos tomates, eu apanho-a pelas tetas!!!
A professora pergunta ao Joãozinho:
- Joãozinho, qual é o tempo verbal da frase: 'Isso não podia ter acontecido' ?
- Preservativo imperfeito, professora!
Ao entrar na sala de aulas, a professora escorrega e dá um grande trambolhão. Na queda, saia sobe-lhe até à cabeça.
Levanta-se imediatamente, toda irritada, ajeita-se, e pergunta aos alunos:
- Luisinho, o que é que você viu?
- Vi os seus joelhos, professora.
- Um dia de suspensão! E você, Carlinhos?
- Vi as suas coxas, professora.
- Um mês de suspensão. E você, Joãozinho?
O Joãozinho pega nos cadernos e dirige-se para a porta de saída da aula:
- Bom, pessoal... até para o ano que vem...
É época dos exames finais e a professora mandou os seus brilhantes alunos
escreverem uma redacção, onde fossem tratados os seguintes temas:
1 - Religião, 2 - Monarquia, 3 - Sexo, 4 - Mistério.
Passado meio minuto, o Joãozinho levanta a mão e diz que terminou.
A professora, sem acreditar, pede-lhe que leia a sua redacção.
Ele levanta-se, pega na folha de papel, coça a garganta e diz:
- Meu Deus! Foram ao cú à Rainha! Quem terá sido?
O menino Carlinhos
A senhora professora, para testar a perspicácia intuitiva dos seus pequenos alunos, pergunta:
«Ó menino Luizinho: qual é o animalzinho que tem
4 patas, bigodes, anda em cima dos telhados, tem uma azeitona na boca
e faz 'miau-miau'?»
«Com uma azeitona na boca, 'sôpsora'?! Ai...não faço
a mínima ideia, 'sôpsora'!»
«Então, meu menino?! Vê-se mesmo que é um gato!
A azeitona na boca é só para complicar, querido!»
E, continuando:
«Menino Dioguinho: diga-me cá, qual é o animalzinho
que tem 2 patas, bico, penas, faz ninhos, tem óculos e faz 'piu-piu'?»
«Tem óculos e faz 'piu-piu', 'sôpsora'?! Ai...não
sei, 'sôpsora'!»
«Francamente, menino Dioguinho! O menino não vê que
é um passarinho? Os óculos são só para complicar,
querido!»
Insatisfeita com os fracos resultados até aqui, perguntou ao resto da classe, se havia algum menino interessado em questioná-la sobre o mesmo assunto, ao que o menino Carlinhos respondeu afirmativamente:
«Olhe, 'sôpsora', é assim: qual é a coisa,
qual é ela, que tem uma cabecinha redonda, estica e encolhe, tem
duas bolinhas por baixo, a ponta é vermelha e algumas senhoras
gostam de botar na boca?»
«Menino Carlinhos!... O menino é sempre o mesmo!... Acho
que desta vez passou das marcas! Vou ter que falar com o seu encarregado
de educação, sem falta. Saia já da aula!»
«Espere, espere, 'sôpsora'! Não é nada disso
que a 'sôpsora' está a pensar! Então a 'sôpsora'
não vê que é o baton? As bolinhas por baixo era só
para complicar, 'né'?»
