Rir é o melhor

Novembro 30, 2008 Vice

O Joãozinho (cont.)

Como trabalho de casa a professora pede para os alunos fazerem uma rima.

No dia seguinte...

- Diga a sua rima, Joãozinho?

- Lá vem o canguru com uma flor no cu.

Indignada, a professora manda-o refazer a rima. No fim da aula...

- Joãozinho, diga novamente a sua rima.

- Lá vem o canguru com uma flor na bochecha, porque no cu a professora não deixa.

A professora pergunta ao Joãozinho: - Quantos tomates pode o mesmo tomateiro dar?

- Não sei, professora...

E com ironia ela diz: - Hoje apanhei-te, espertinho!

Então o Joãozinho também faz uma pergunta: - Professora, quantas tetas tem uma porca?

- Não sei, Joãozinho...

- Está a ver, a senhora apanhou-me pelos tomates, eu apanho-a pelas tetas!!!

A professora pergunta ao Joãozinho:

- Joãozinho, qual é o tempo verbal da frase: 'Isso não podia ter acontecido' ?

- Preservativo imperfeito, professora!

Ao entrar na sala de aulas, a professora escorrega e dá um grande trambolhão. Na queda, saia sobe-lhe até à cabeça.

Levanta-se imediatamente, toda irritada, ajeita-se, e pergunta aos alunos:

- Luisinho, o que é que você viu?

- Vi os seus joelhos, professora.

- Um dia de suspensão! E você, Carlinhos?

- Vi as suas coxas, professora.

- Um mês de suspensão. E você, Joãozinho?

O Joãozinho pega nos cadernos e dirige-se para a porta de saída da aula:

- Bom, pessoal... até para o ano que vem...

É época dos exames finais e a professora mandou os seus brilhantes alunos

escreverem uma redacção, onde fossem tratados os seguintes temas:

1 - Religião, 2 - Monarquia, 3 - Sexo, 4 - Mistério.

Passado meio minuto, o Joãozinho levanta a mão e diz que terminou.

A professora, sem acreditar, pede-lhe que leia a sua redacção.

Ele levanta-se, pega na folha de papel, coça a garganta e diz:

- Meu Deus! Foram ao cú à Rainha! Quem terá sido?

O menino Carlinhos

A senhora professora, para testar a perspicácia intuitiva dos seus pequenos alunos, pergunta:

«Ó menino Luizinho: qual é o animalzinho que tem 4 patas, bigodes, anda em cima dos telhados, tem uma azeitona na boca e faz 'miau-miau'?»
«Com uma azeitona na boca, 'sôpsora'?! Ai...não faço a mínima ideia, 'sôpsora'!»
«Então, meu menino?! Vê-se mesmo que é um gato! A azeitona na boca é só para complicar, querido!»

E, continuando:

«Menino Dioguinho: diga-me cá, qual é o animalzinho que tem 2 patas, bico, penas, faz ninhos, tem óculos e faz 'piu-piu'?»
«Tem óculos e faz 'piu-piu', 'sôpsora'?! Ai...não sei, 'sôpsora'!»
«Francamente, menino Dioguinho! O menino não vê que é um passarinho? Os óculos são só para complicar, querido!»

Insatisfeita com os fracos resultados até aqui, perguntou ao resto da classe, se havia algum menino interessado em questioná-la sobre o mesmo assunto, ao que o menino Carlinhos respondeu afirmativamente:

«Olhe, 'sôpsora', é assim: qual é a coisa, qual é ela, que tem uma cabecinha redonda, estica e encolhe, tem duas bolinhas por baixo, a ponta é vermelha e algumas senhoras gostam de botar na boca?»
«Menino Carlinhos!... O menino é sempre o mesmo!... Acho que desta vez passou das marcas! Vou ter que falar com o seu encarregado de educação, sem falta. Saia já da aula!»
«Espere, espere, 'sôpsora'! Não é nada disso que a 'sôpsora' está a pensar! Então a 'sôpsora' não vê que é o baton? As bolinhas por baixo era só para complicar, 'né'?»

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